Nesta semana que passou, nos dias 25 e 26 de Abril, aconteceu em Belém o 9º Festival do Ver-o-Peso da Cozinha Paraense e eu participei, mas não como público e sim como cozinheiro (Aaww Yeah!). Agora, como isto foi possível?
Neste ano eu entrei no Curso de Cozinheiro Básico do SENAC-Belém e por sorte o evento aconteceu no mesmo período de duração do meu curso, neste primeiro semestre. Mais sorte ainda pelo fato do meu professor ser bem relacionado com a organizadora do evento. Enfim, tudo conspirou para eu ter a oportunidade de viver este evento do lado de cá - do lado daqueles que estão por trás da cortina ajudando o espetáculo a acontecer.
Esta matéria do Diário Online, no Youtube, pode ajudar a entender como foi o evento. Mas o que eu tenho a falar é dos bastidores e das minhas impressões.
Os chefs convidados (incluindo o famoso Alex Atala) foram divididos em duas cozinhas para realizar suas preparações que seriam degustadas logo a noite, tudo isto no dia 26. Os locais para a produção foram a cozinha do Hotel Hilton - Belém (onde todos os chefs estavam hospedados) e a cozinha do SENAC (é aí que nós do SENAC entramos para participar).
Eu fiquei na segunda cozinha citada e para lá foram 5 chefs, entre eles: Danio Braga (Locanda della Mimosa – Petrópolis, RJ), Juarez Campos (Oriundi Ristorante – Vitória, ES), André Saburó (Quina do Futuro – Recife, PE), Pedro Bastos (Restaurante Brasil a Gosto – SP), e Heiko Grabolle (Consultor Gastronômico).
Os alunos foram divididos em pares e trios para atender a cada um dos chefs. Eu e minha amiga Bianca ficamos juntos e ajudamos o Saburó, um sujeito de atitudes simples e fala mansa e que nos deu uma aula de comida oriental. Com a orientação dele, preparamos um prato inusitado, mas que rendeu elogios da grande maioria daqueles que tiveram a oportunidade de degustá-lo.
Eu fiquei na segunda cozinha citada e para lá foram 5 chefs, entre eles: Danio Braga (Locanda della Mimosa – Petrópolis, RJ), Juarez Campos (Oriundi Ristorante – Vitória, ES), André Saburó (Quina do Futuro – Recife, PE), Pedro Bastos (Restaurante Brasil a Gosto – SP), e Heiko Grabolle (Consultor Gastronômico).
Os alunos foram divididos em pares e trios para atender a cada um dos chefs. Eu e minha amiga Bianca ficamos juntos e ajudamos o Saburó, um sujeito de atitudes simples e fala mansa e que nos deu uma aula de comida oriental. Com a orientação dele, preparamos um prato inusitado, mas que rendeu elogios da grande maioria daqueles que tiveram a oportunidade de degustá-lo.
Base de Molho Teriyaki com Açaí, Rocambole de Jambú Desidratado (como Guarnição) por cima e Pirarucú Empanado logo alí ao lado. Para decorar e apimentar esta combinação, um pouco de Shoyo Caramelizado misturado com Tucupí e Pimenta de Cheiro. Hard!
No fim das contas o prato ficou salgado. Mais por conta do Pirarucú Empanado que estava sob responsabilidade da Boieira (veja o vídeo acima para entender o que é uma boieira). Como balanço geral gastronômico, para quem gosta de camarão o festival foi perfeito, pois não houve entre os chefs grande variabilidade quanto a este ingrediente em particular (bem típico da região, diga-se de passagem) e algumas preparações não ficaram lá 'tão boas (na minha opinião, é claro). Mas ainda assim foram de tirar o chapéu, pois se tentou inovar de certa forma e isso para mim é sempre muito bem vindo.
Quanto ao Alex Atala (Dono e Chef do D.O.M), sou um grande admirador do trabalho dele e não pude deixar de dar a minha contribuição para a tietagem em cima do cara (de pessoas comuns aos Chefs lá reunidos). Quando o cara chegou no local do evento era foto para todo o lado, pessoas cumprimentando, mais fotos, entrevistas etc! Acho que ele ficou com o rosto dolorido de tanto sorrir. E eu garanti uma assinatura dele no meu chapéu de cozinheiro e duas fotos (fotos estas que aparecem logo aqui ao lado - aqui do lado direito).
Por fim o evento foi muito bom, profissionalmente e por aprendizagem. Espero que o 10º Festival venha logo.
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